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Ontem fui dormir com isso na
cabeça “Quantos sentimentos cabem em mim juntando alegrias e tristezas?”. E
embora esteja muito feliz por uma série de coisas hoje deu vontade de escrever
sobre tristezas... Sou mais de escrever e compartilhar das alegrias e guardar
pra mim as tristezas (mas nessa coisa toda eu prefiro mais ouvir do que falar).
Não sei se dá para enumerar, mas
confesso que o fato de me sentir devedora de amor aos outros sempre “martela”
em minha cabeça, não como uma acusação, mas talvez como uma cobrança pessoal. Gostaria
de expressar mais o que sinto pelos amigos e família, pois sei que demonstro
bem menos do que de fato sinto.
Me entristece lembrar de algumas
pessoas que estão longe (geograficamente) e que talvez não as veja nunca mais,
me entristece perder quem está perto, me entristece não poder ajudar um(a)
amigo(a).
É bem verdade que cabem muitas
alegrias e tristezas em mim. Às vezes o recipiente transborda, depois se
esvazia... Graças a Deus pelas lágrimas! Porque, com certeza, seria mais
difícil sem elas para expressar tanto o tamanho das tristezas quanto o tamanho
das alegrias.
É interessante quando alguém
pergunta “como está você?” e a resposta tão complexa se resume em um “estou bem!”
quando na verdade os pesares de alegria e tristezas são equivalentes. Foi esta
pergunta que me fez refletir nessas (e em tantas outras) coisas hoje. Não
consigo pensar em um final pra esse texto, só sei que não dá pra “deixar a
tristeza pra lá”... Quem sabe amanhã...
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